As 18 doenças mais temidas por toda a mulher grávida

Está esperando bebê? Tenha cuidado com essas doenças, que podem colocar em risco a saúde do seu filho.

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A gravidez é uma bênção e um dos momentos mais ansiado pela maioria das mulheres. Razão pela qual as grávidas ficam muito mais atentas à sua saúde! E com toda a razão! Nessa fase de suas vidas, as gestantes se encontram mais debilitadas, e por isso mais propensas a desenvolver certas doenças que podem colocar sua gravidez em risco.

O período mais incerto ocorre durante o primeiro trimestre de gravidez. Durante esses primeiros três meses, o feto está bem mais indefeso, e as chances de vir a contrair algum problema são maiores. É por essa razão que muitas mulheres optam por guardar o grande acontecimento em segredo nessa fase inicial. Passado esse tempo o feto já se encontra menos vulnerável, mas isso não o torna imune a doença.

Vacinar e examinar para prevenir

Geralmente, a gestante só contrai infeções pelas quais não terá passado antes. Daí que a vacinação seja tão importante! Os exames de sangue são o método mais seguro para determinar que doenças foram ou não contraídas, para que as terapias de prevenção sejam postas em prática.

Está esperando um bebê? Não facilite! A prevenção é fundamental, e por isso é que é necessário que seja acompanhada por um médico desde o início da gravidez. Realize o pré-natal, que além de atuar na prevenção de inúmeras doenças, tem revelado ótimos efeitos na redução das taxas de mortalidade.

As 18 doenças mais temidas por toda a mulher grávida

1. Infeções urinárias

As infeções mais comuns durante a gestação são a cistite e a candidíase, ambas mais perigosas durante o primeiro e último trimestre. Nessa fase final da gravidez, pode até provocar parto prematuro. Se o médico responsável entender, poderá prescrever um remédio para o tratamento.

2. Diabetes gestacional

É o nome dado a um aumento repentino de glicose na corrente sanguínea, durante o período de gestação. Acontece porque o pâncreas não está conseguindo produzir a insulina necessária para manter os níveis estáveis.

O bebê está livre de perigo! Mas convém que a mãe seja monitorada ao longo da vida, porque isso pode indicar uma propensão para vir a desenvolver ouro tipo de diabetes.

3. Sífilis

A sífilis é das doenças que é mais facilmente transmitida ao feto. Aborto e óbito fetal são os cenários mais dramáticos. A mulher pode ser tratada com penicilina.

4. Anemia

É uma condição muito comum e fácil de controlar. O primeiro passo para evitar a anemia, deve partir da gestante. Uma alimentação regrada, rica em alimentos com ferro, é fundamental. Se achar necessário, o obstetra pode sempre recomendar a toma de vitaminas.

5. Sarampo

O parto prematuro ou o aborto espontâneo são as consequências mais prováveis. Está vacinada? Então não correrá perigo. Caso contrário, corre ainda o risco de contrair uma evolução pulmonar crônica.

6. Herpes genital e Varicela

Nem a mãe, nem o feto, nem o bebê acabado de nascer estão imunes às consequências dessas doenças. Catarata, subdesenvolvimento dos tecidos e órgãos, microcefalia e defeitos ósseos são algum dos problemas que compõem esse cenário de terror. Isso no caso da varicela congênita, que ocorre com mais frequência quando a mulher fica com varicela durante as 20 primeiras semanas de gestação.

Se a infecção surgir um mês antes da data prevista para o parto, é recomendado que se avance para parto cesáreo. Assim o bebê correrá menos riscos de vir a contrair a doença.

7. Rubéola

Quando a mãe contrai essa doença durante a gestação pouco tem a fazer. Ela deve ser monitorada, tal como o feto, para tentar detectar a tempo a presença de malformações.

Os riscos para o bebê não são poucos. Cegueira, microcefalia, problemas cardíacos e surdez são os mais temidos pelos pais.

8. Gengivite

Durante o período de gestação a mulher fica mais suscetível a desenvolver um batalhão de problemas. O seu organismo está mais débil, porque trabalha por e para dois. Além do mais, todas as alterações hormonais deixam suas defesas internas meio que destrambelhadas!

E de que jeito é que a gengivite pode afetar o feto? Simples, todas as infeções podem passar para o bebê. Mas, mesmo que não seja o caso, pode levar a que o parto aconteça prematuramente.

9. Vaginose

O principal sintoma dessa condição é um odor forte e um corrimento. Não se trata de uma DST, mas sim de um problema virológico que causa distúrbios na flora vaginal. O fato do sistema imunológico da mulher estar mais comprometido pode fazer com que até um pouco de estresse desencadeie essa situação.

10. Citomegalovírus

Como um dos principais veículos desse vírus é o sangue, os bebês são muito suscetíveis a serem contagiados pela mãe. Os antivirais costumam dar conta do recado. Por via das dúvidas, evite carne crua e tenha muito cuidado com a limpeza de frutas, legumes e verduras.

11. Toxoplasmose

O terror de toda a mulher grávida! Uma infecção por protozoários que pode deixar o feto com sequelas severas. A gravidade é tal que pode casuar o óbito do feto. As mulheres grávidas, por prevenção, não devem comer carnes mal cozidas e evitar a exposição às fezes gatos. Se tiver gatos de estimação, delegue a limpeza da caixa de areia para outra pessoa!

12. HIV

Dependendo da carga viral, a mãe poderá ser optar pelo parto natural, sem que isso ponha em risco a saúde do bebê.

Ao nascer, a criança é lavada, de forma a diminuir a exposição ao sangue contaminado, e é medicada, para evitar que o vírus seja transmitido. A amamentação está fora de questão, porque o vírus também se encontra no leite materno.

13. Hepatite B

Você sabia que quando esse vírus está presente no corpo da mulher, a criança tem 50% de chance de pegar? Não é uma estatística propriamente animadora, e é por esse motivo que um bom acompanhamento médico é determinante, para que o feto se forme em segurança.

Fora do útero, o bebê deverá ser vacinado assim que possível. Antes disso, deverá receber imunoglobulina. Desse jeito, pode até tomar o leite materno, sem correr risco de contrair a doença.

14. Hepatite C

O grande problema dessa doença é que evolui rapidamente para cirrose ou hepatite crônica. Um bebê acabado de nascer também pode ser contagiado. É por isso que, numa situação dessas, a mãe não vai poder amamentar.

15. Doenças Sexualmente Transmissíveis

No top das doenças mais frequentes das mulheres grávidas, as DSTs ocupam um lugar no pódio. Antibióticos e antivirais são as estratégias mais recomendadas pelos profissionais de saúde.

16. Pneumonia

Você sabia que essa é considerada uma das doenças mais perigosas, quer para para a mãe, quer para a criança? A pneumonia é uma complicação muito difícil de tratar, imagine durante a gravidez! Ainda para mais, durante a gestação, uma simples gripe tem mais chances de evoluir para pneumonia.

17. Chikungunya

Mais um vírus transmitido por essas criaturas minúsculas mas verdadeiramente monstruosas, os mosquitos. Que o digam as gestantes, em permanente alerta perante as consequências de uma simples picadinha.

Embora no início da gravidez o panorama seja um pouco mais alarmante, e se contem alguns casos de abortos espontâneos, passada essa fase o impacto parece ser nulo. Isso significa que a mãe pode estar tranquila? Não, nada disso. A gestante terá de ser vigiada, tal como o bebê após o nascimento, para evitar o desenvolvimento de algumas complicações, como infecção.

18. Zika

Nos últimos anos, o vírus Zika virou o pior pesadelo para futuros pais. Principalmente porque nem as equipes de cientistas brilhantes foram capazes de encontrar solução. Ainda não tem como saber de que forma é que esse vírus atua. Porém, a hipótese de o bebê poder vir a desenvolver microcefalia é simplesmente assustadora.

Como é que esse vírus é transmitido? Exatamente do mesmo jeito que o dengue, através da picada de mosquito. No caso do cidadão comum, o impacto é até menor e os sintomas são bem mais suaves. O caso muda de figura nos casos das gestantes, comprometendo severamente a saúde do feto.

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