Entenda porque gritar com os filhos é ruim

Educar um filho é difícil, mas a humilhação não é a solução, ela equivale à punição física

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Criar filhos não é fácil. As famílias se veem diante de um verdadeiro desafio e perder a calma é absolutamente compreensível.

Um erro que muitas pessoas cometem diante de uma birra ou desobediência é o grito. Gritam e muito alto na tentativa de se fazer compreender.

O grito passa a uma espécie de válvula de escape misturada a instrumento de ameaça. Às vezes funciona e às vezes não. O que acontece na maioria das vezes é que assusta bastante.

Gritar tem suas consequências, nenhuma delas é boa

1. Ouvir um grito é tão ruim quanto apanhar

Os sustos proporcionados pelos gritos são equivalentes à punição física. Estudos comprovam que os traumas em crianças que ouvem gritos são semelhantes a surras.

2. Efeitos psicológicos são muito graves

Insultar, gritar e intimidar leva à depressão, perda de autoconfiança e problemas mais graves.

Além disso, sem autoconfiança, a pessoa poderá incorrer em problemas que afetam sua segurança pessoal, como mentir e roubar.

3. Gritar não é pedagógico

Não é possível ensinar à base da palmada e nem do grito. Aquele desejo de levantar a voz e fazer a garganta doer vai prejudicar o desenvolvimento do seu filho e, ainda, não vai permitir que ele tenha o que você deseja, que é a educação.

Assista ao vídeo abaixo e compreenda melhor o porquê de evitar os gritos:

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