Será que o leite está secando? Conheça os sinais e saiba o que fazer

Manter a tranquilidade ajuda a perceber os sinais do corpo

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A amamentação resulta de um conjunto de ações do organismo que, na maioria das vezes, demora para as mulheres dominarem plenamente. Não são raros os casos em que a mãe acredita que o leite está secando. Às vezes ele seca mesmo, mas é preciso conhecer o porquê desse processo.

O estímulo é um dos principais combustíveis do leite materno. Ou seja, quanto mais o bebê mama, mas a mãe o produz. Também é necessária a alimentação adequada, hidratação e repouso para manter os níveis de leite necessário às diferentes etapas da vida do bebê.

O primeiro passo para a amamentação começa ainda na gestação. É nessa fase que a mãe será orientada pelo médico a preparar as mamas para alimentar o bebê e entender como o processo de produção do leite funciona.

Também é recomendável procurar um banco de leite e pedir orientação profissional. Quando o bebê nasce, o banco de leite é um aliado para ajudar na amamentação.

Mesmo quando todos os conselhos são seguidos e tudo é feito de maneira a proporcionar o maior tempo possível de oferta de leite aos bebês, algumas mães não conseguem produzir o alimento. E isso acontece por vários fatores que precisam ser avaliados pelo médico.

Na teoria, toda mulher pode amamentar, mas é claro que algumas não vão conseguir. Antes de bater o desespero, porém, é preciso compreender se, de fato, a produção de leite acabou.

Se acha que o leite está secando, observe os seguintes sinais:

1. O peito está murcho;

2. Não sente mais a descida do leite;

3. A criança parece aflita ao mamar e chora por não conseguir;

4. Nem mesmo a bombinha é eficiente para a retirada do leite.

Na maioria dos casos, é possível reverter o quadro com a orientação médica. Algumas mulheres acreditam que têm menos leite porque o peito não parece tão cheio como quando o bebê nasceu.

Na verdade, a produção não diminui, ela se ajusta às necessidades do bebê. Aquela sensação dolorosa dos primeiros dias também é reduzida ao longo do tempo porque o corpo se adapta ao bebê e os seios são acostumados ao maior volume.

Existem mesmo os casos em que o leite seca. Se isso ocorrer, a culpa não é da mãe.

Mesmo com a recomendação da OMS (Organização Mundial de Saúde) para a amamentação exclusiva e por livre demanda até os seis meses, há casos em que a mulher não vai conseguir amamentar e isso não é culpa dela.

O mais importante é procurar um médico e tirar todas as dúvidas. Se não for possível amamentar, existem fórmulas cuja composição é muito próxima ao leite materno. O pediatra também vai acompanhar a suplementação de vitaminas do bebê.

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