Médico receita viagra para tratar bebê

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Annie Nilsson e seu marido estavam desesperados. Ter uma recém-nascida em casa é uma responsabilidade enorme. Mas quando começaram a ver que sua filha Elodie estava ficando diferente, começaram a se preocupar de outra forma.

A pequenina tinha o rosto e olhos inchados, vomitava, tinha diarreia e parecia ter problemas com o desenvolvimento. Recorreram de imediato ao médico e o diagnóstico que ninguém quer ter, eles tiveram. A menina sofre de linfangiectasia intestinal, uma doença que veda os vasos linfáticos intestinais, o que resultava em constantes escapes.

O médico sabia o que era preciso e sugeriu o medicamento viagra. É isso mesmo: viagra, aquele comprimido de cor azul que serve para tratar as disfunção erétil nos homens. Na verdade o seu princípio ativo, o Sildenafilo, tem tratado doenças do sistema vascular linfático com sucesso.

Seguro não pagava o medicamento

Apesar dessa recomendação surpreender os pais, eles não hesitaram em aceitar esse tratamento. Mas o grande problema veio a seguir. O seguro de saúde não suportava os custos dessa medicação em particular, e não pagava as despesas do leite especial e de um outro remédio, uma injeção, que tinha de tomar todos os meses.

A mãe Annie não compreende como um medicamento salvador da vida de sua bêbe não pode ser pago pelo seguro. É de saúde que estamos falando! O passo seguinte seria fazer uma campanha de arrecadação nos sites gofundme e change.org, com a intenção de conseguir o dinheiro para pagar todas as despesas médicas e também ara ajudar outros meninos que também necessitem do medicamento.

Num primeiro momento eles conseguiram 6.000 dólares (cerca de R$ 19300) dos 16.000 (cerca de R$ 51468) que necessitavam. Mas depois de alguma divulgação e a história quase a aparecer num programa de tevisão, tiveram a informação da seguradora que disse que ia pagar o tratamento. Que grande felicidade tiveram esses pais!

A parte triste da história é que a pequena Elodie continua com a doença, mas que se espera tenha um final feliz. A luta continua e não se sabe quando vai parar. Mesmo que Elodie tenha a sua situação solucionada com medicação, a família não vai parar e vai continuar a ajudar outras crianças com doenças raras. Para ajudar compartilhe!

Importante: essa é uma matéria que tem como único objetivo a informação. Não tente reproduzir o uso dos medicamentos nela citados sem a recomendação médica!