7 casos em que as mães e pais que cospem pra cima

Porque é mais fácil educar o filho quando ele ainda não nasceu

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Atire a primeira pedra não condenou uma situação envolvendo criança e jurou para si, para a vizinha e para todos na fila do supermercado que faria diferente. Sim, diferente, quando o próprio filho nascer, ele não vai fazer uma série de coisas irritantes que somente pais sem qualquer tipo de domínio e autocontrole permitem.

1 – Meu filho não vai fazer birra…

A cena é típica: a criança está na fila do caixa e, diante daqueles doces todos exige o que quer como pode. Chora muito alto, se joga no chão, grita e esperneia. Quem nunca disse: meu filho não fará isso?

Em geral, as crianças fazem pior do que a cena alvo de crítica

É como se elas aperfeiçoassem a arte da birra. Gritam mais alto e socam o chão com mais força enquanto suas barriguinhas alisam o piso.

É muito difícil não passar por isso. E o que fazer? Tente acalmar a criança, use de técnicas para passar a birra e boa sorte.

2 – Meu filho será educado e sempre vai cumprimentar as pessoas…

A criança olha para cima, vê uma mão estendida e simplesmente ignora. O adulto que não gostou da cena pode até interpretar a atitude como um sinal de falta de educação, mas a verdade é que as crianças não são obrigadas cumprimentar ou ter contato físico como beijos e abraços com quem não querem por mais bonitinhas que possam parecer.

A criança deve ser respeitada e orientada, aos poucos, a cumprimentar quem quiser se quiser.

3 – Meu filho sempre fará as refeições à mesa…

A televisão está ligada ou o computador está a todo vapor com um filmezinho e a cena incomoda quem não está cuidando do pequeno.

A verdade é que julgar não resolve. Somente quem assistiu o filho se recusar a comer várias vezes sabe o que é abrir mão de muitas regras para vê-lo alimentado.

4 – Meu filho terá uma rotina de sono que não vai incluir esquisitices…

Disse o rapaz ou a mulher que vê alguém passeando de madrugada de pijama com uma criança na cadeirinha. Também repetem o mesmo quando sabem que o casal de amigos ou vizinho precisa deitar ao lado do berço para a filha pegar no sono.

Esse é um dos julgamentos clássicos. As crianças são diferentes e algumas têm dificuldades para dormir por várias razões, como doenças.

Para aliviar o incômodo do pequeno vale abrir mão do que acha ser certo simplesmente por ser para ajudá-lo a repousar.

5 – Nunca vou barganhar com uma criança…

A pessoa ainda não teve filhos e fica irritada ao ver um pai dizendo que a criança pode comer um chocolate se parar de gritar na cadeirinha do carro.

A pessoa que já teve filhos está cansada, passou uma noite em claro, tem relatórios para entregar e quer, de qualquer forma, ver o pequeno calmo. Assim é o antes e depois do nascimento do filho.

6 – Serei um pai ou uma mãe exemplar…

Tentar nunca é demais, mas falar é mais fácil que praticar. Esse desejo pode sucumbir quando o filho chorar pela vacina e, para vê-lo contentinho, os pais permitem um sorvete fora de hora ou um pirulito.

Esse também é um ponto sério porque muitos pais e, principalmente as mães, acreditam que só serão bons o bastante se forem perfeitos. Não existe perfeição na maternidade e saber disso é uma forma de sofrer menos com as cobranças. Em geral, o melhor é fazer o suficiente dentro das possibilidades.

7 – É um absurdo quem grita com os filhos, jamais farei isso…

Esse é o tipo da promessa quebrada quando a criança percebe a exata noção de como tirar pai e mãe do sério. E nunca será possível saber qual foi o instante em que uma mãe doce passou a berrar até a garganta doer.

Quando isso acontecer, o melhor é tentar se acalmar e resolver a questão. Também é importante saber que vai acontecer novamente.

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