Alimentando o bebê: como fazer do nascimento até os seis meses

O ideal é amamentar, mas saiba o que fazer quando não é possível

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A alimentação exclusiva e por livre demanda (quando não existe um horário determinado para alimentar o bebê, e ele mama quando sente vontade, de acordo com a disponibilidade da mãe) para os bebês é recomendada pela OMS (Organização Mundial de Saúde), o Ministério da Saúde e a Associação Brasileira de Pediatria.

A recomendação é feita com base na avaliação do desempenho do leite materno para as crianças até esta idade. Se for seguida, os bebês terão menos riscos de desenvolver alergias e ficarão fortalecidos.

O leite materno contém todos os nutrientes necessários para o bebê até esta idade. Nem mesmo água é preciso oferecer à criança porque o leite tem a capacidade de também refrescar.

Nem todas as mães, contudo, conseguem seguir a recomendação por motivos diversos. Algumas não podem amamentar por questões médicas, outras porque precisam voltar ao trabalho e há aquelas que, mesmo tentando, não se adaptam ao método.

Mas e quando não é possível amamentar?

Há muitas situações que podem impedir o aleitamento exclusivo e por livre demanda. Quando isso ocorre, é preciso ficar atento ao que oferecer à criança, justamente para garantir o seu desenvolvimento adequado e impedir o desenvolvimento de alergias.

O importante é seguir as orientações do pediatra. É ele quem vai definir a dieta mais adequada à criança e o tempo que precisa ser seguida. Os alimentos são oferecidos à medida em que o bebê se desenvolve.

Há alimentos que não devem ser oferecidos a bebês muito pequenos, como chocolates, mel e amendoim. É recomendável evitar esses produtos porque até os seis meses o sistema digestivo é frágil e não está completamente desenvolvido.

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