Aprenda os mitos e as verdades sobre as moleiras!

Você já ouviu falar das moleiras dos bebês?

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Os bebês são seres muito sensíveis, que nascem com aspeto bem frágil. Por isso, necessitam serem cuidados com muita atenção e delicadeza. Mas, devido a essa fragilidade toda, os recém-nascidos são alvo de variados mitos, sobre algumas condições ou características.

Moleiras, o que são?

Tecnicamente chamadas de fontanelas, as moleiras são aberturas no osso craniano, no topo da cabeça da criança. Geralmente têm uma dimensão de dois a quatro centímetros, e encerram-se totalmente perto dos 18 meses de idade do bebê.

a área da moleira não deve ser pressionada

A existência das moleiras tem duas justificativas válidas. Em primeiro lugar, facilitam o crescimento do cérebro do recém-nascido. Depois, simplificam a passagem do bebê pelo canal, na hora do parto.

Conheça os mitos e as verdades das moleiras

1. Por ser muito sensível, a área da moleira não deve ser pressionada.

2. Embora seja pouco comum, as moleiras podem encerrar-se antes do tempo normal, atrapalhando o crescimento do bebê (condição chamada de cranioestenose). Sempre que isto ocorre, o cérebro fica sem espaço para se desenvolver, dando origem a deformações cranianas e danos neurológicos. A origem desta condição não se compreende, mas calcula-se que se deve a remédios utilizados na gravidez, infecções ou questões hereditárias.

3. As modificações na moleira podem querer dizer que alguma coisa não está certa. Exemplificando, caso a área esteja afundada, a criança pode estar mal hidratada. Assim como ter essa região inchada evidencia uma possível quantidade excessiva de vitamina C.

4. Por mais que lhe pareça bizarro, é natural que a cabeça do neném sofra deformações depois do parto, por causa de alterações que ocorrem na altura do nascimento. No entanto, os pais não precisam ficar preocupados, já que no decorrer dos dez dias após o parto, a situação tende a normalizar.

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Fale com o pediatra do seu bebê

Caso detecte determinada irregularidade, fale com o médico que acompanha a saúde do seu bebê, para que seja analisado e evite possíveis problemas.

Além disso, recomendamos que se mantenha informado sobre temas que dizem respeito à saúde do seu filho. Muitas vezes, circulam informações que acabam por ser infundadas e não há nada como conversar com um profissional de saúde para acabar com as suas dúvidas. Um ser tão frágil e sensível, como um bebê, deve ser protegido e é merecedor de todos os cuidados possíveis, seja por parte dos pais ou dos profissionais de saúde.

Importante: essa matéria não deve substituir uma consulta ao médico!