Os bebês são seres muito inteligentes

Sabia que quando nascem os bebês já demonstram provas de sua inteligência?

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Só porque os bebês são dependentes dos seus cuidados, isso não significa que deva subestimar suas inteligências! Pelo contrário! Apesar da pouca experiência de vida, nessa fase as crianças têm uma percepção muito especial do mundo e absorvem conhecimento a cada nova situação.

Os bebês nascem com inteligência

Bebê já nasce esperto! Não acredita? Ora pense bem! Desde o primeiro momento que “pisam” a Terra, essas criaturinhas são capazes de comunicar suas necessidades e de interpretar nossas reações. Isso pode parecer um pouco básico, mas pasme-se então com essa informação! Ao nascerem, os bebês revelam capacidade de compreenderem noções muito básicas de suas línguas maternas e têm a memória bem mais desenvolvida do que seria de se supor. E por falar em supor, isso não é mera suposição, não! Pesquisas elaboradas por profissionais de renome comprovam isso mesmo.

Você sabia que com apenas 48 horas de vida um bebê é capaz de identificar expressões faciais? E que ao completar 7 meses já terá adquirido competências sociais básicas? Mas o fantástico mesmo é considerar que, de acordo com um estudo da Universidade de Yale, os bebês nascem com um senso de moralidade. E, a partir dos 3 anos de idade, são capazes de julgar, por si próprios, o que está certo e o que está errado.

Córtex pré-frontal ativo

Como se pode confirmar então, os bebês nascem muito mais espertos do que seria de imaginar! São dotados de uma inteligência incrível, capaz de deixar qualquer um de boca aberta! Sabe aquela ideia de que o recém-nascido é uma tela em branco?

Essa é uma teoria que cada vez mais vai perdendo sentido.

Existem competências que são inatas, que nascem com a criança, e que se vão desenvolvendo e aprimorando com o tempo.

Na Universidade de Brown, nos Estados Unidos, foi recentemente descoberto que o córtex pré-frontal (área do cérebro ligada ao raciocínio) é mais ativo em crianças do que tinha sido determinado até então. Um estudo que englobou 37 bebês com apenas 8 meses veio confirmar o papel dessa região cerebral no processo de aprendizagem. Naturalmente que o córtex não está tão desenvolvido como nos adultos, nem é de esperar que as inteligências entre um adulto e um bebê possam ser comparadas. O que é importante ressalvar é que essa capacidade se manifesta bem antes do que estava estimado.

Estímulos são sempre bem-vindos!

Agora, engane-se quem pensa que só porque um bebê é naturalmente inteligente não é importante estimular a aprendizagem! O que se passa é precisamente o contrário. De acordo com a neuropsicóloga Deborah Moss, “os bebês nascem com um enorme potencial e, com os estímulos que recebem, suas habilidades tendem a se desenvolver cada vez mais cedo”. Isso quer dizer que, ao estimular a criança, estamos contribuindo para impulsionar o seu desenvolvimento. Principalmente durante os primeiros anos de vida. É por essa altura que, na opinião de Andrew Meltzoff, do Instituto de Aprendizagem e Ciências do Cérebro da Universidade de Washington, o cérebro do bebê se encontra “receptivo à novas experiências. Estamos construindo e refinando as conexões entre os neurônios. Cada vez que aprendemos algo novo, as fortalecemos”, confirma.

Hoje em dia está comprovado que o desenvolvimento cerebral, que inclui as capacidades motoras e de percepção sensorial, acontece em simultâneo. Por isso, é fundamental que pais e cuidadores façam por estimular todos os sentidos. Afinal, é a ouvir, observar e interagir que as crianças sustentam o seu sistema de aprendizagem.

A linguagem dos bebês

  1. Você sabia que “papai” e “mamãe” são as palavras mais proferidas pelas crianças em seus primeiros estágios de vida? Aquela sobre a qual eles possuem mais atendimento é a palavra “não”;
  2. Use antes palavras como “cachorro”, “pato” e “gato” ao invés de suas correspondências sonoras (como “au au”, por exemplo). Pode parecer que não, mas elas são mais fáceis para o entendimento dos pequenos;
  3. De acordo com os especialistas, é a linguagem que ajuda as crianças a criarem expectativas sobre as coisas. Elas sabem que duas palavras vão representar duas coisas. Mas que a mesma palavra, mesmo se repetida, representa apenas uma.

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