Doenças na gravidez que podem prejudicar o bebê

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Na gravidez a saúde da gestante torna-se ainda mais imperativo tomar todos os cuidados para não contrair alguma doença que possa prejudicar a saúde da mãe, do bebê ou até mesmo ameaçar a vida de ambos.

A saúde é sempre algo muito importante sendo necessário obter um correto estilo de vida e ficar longe de ameaças, como vírus e bactérias quando isto é possível.

Por isso nesse artigo explicamos detalhadamente a respeito das doenças que realmente são perigosas e podem colocar em risco uma boa gestação, a saúde da mãe e o nascimento de uma criança absolutamente saudável.

Doença periodontal

A periodontite é uma infecção ocasionada pelo alastramento de placa bacteriana sob a gengiva, resultando em uma infecção da membrana que envolve o dente.

Isso causa inchaço, vermelhidão, sangramento e mau cheiro dental, além da perda dos dentes. Grávidas que tem esse problema devem procurar o periodontista.

Se a gestante não fizer isso, a infecção pode se espalhar e provocar o parto prematuro.

Para manter a saúde bucal, a mulher deve visitar o dentista a cada seis meses e pelo menos uma vez durante a gravidez.

Rubéola

A rubéola não costuma prejudicar substancialmente a saúde da mãe, pois tem sintomas leves como a gripe, mas sim a saúde do bebê.

Caso o vírus da rubéola invada a placenta pode ocorrer algum tipo de anomalia no feto, como a surdez ou a cegueira.

Existem 80% de possibilidade de uma mãe com rubéola passar a doença para a criança caso esteja nos três primeiros meses de gravidez.

Isso tudo é causado pelo Toga vírus, causador dessa doença.

Esse vírus prejudica a boa reprodução de células, provocando a morte rápida do feto ou terríveis sequelas.

Não se recomenda tomar a vacina durante a gravidez, sendo essencial fazer o exame de rubéola antes de engravidar se possível.

AIDS

Os principais sintomas da AIDS são febre, manchas e dores pelo corpo que às vezes surgem poucas semanas após a contaminação.

Caso a grávida esteja contaminada com HIV, a doença não passa para o bebê durante a gravidez, mas existe um risco muito grande de haver a transmissão durante o parto.

Normalmente os médicos procedem com o parto normal se a concentração de vírus for menor que mil unidades por mililitro.

Na ocorrência da carga viral estar acima desse patamar é recomendável fazer uma cesariana, para assim evitar o contágio do bebê.

Logo após nascer, a criança deve ser banhada imediatamente, para reduzir assim o contato com o sangue da mãe, e deve também receber a primeira dose do AZT xarope, droga antirretroviral.

O bebê infelizmente não pode ser amamentado no peito, porque o HIV está presente no leite.

Hepatite B

A hepatite B pode causar cirrose e câncer de fígado. A futura mamãe precisa tomar a vacina que é dada em três doses.

Todos os cuidados com o parto devem ser tomados se a mãe já tiver contraído a doença exceto a necessidade de cesariana, pois é só banhar a criança e dar a vacina, sendo até permitida a amamentação.