Evite dar estes 10 medicamentos para as crianças

Muito cuidado ao dar qualquer medicamento ao seu filho, sem antes consultar um médico!

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Por mais inofensiva que aparente ser a patologia, o médico deverá sempre ser consultado antes medicar seu bebê.

E, após ministrado o medicamento, se notar alguma alteração na pele ou no humor da criança, avise imediatamente ao pediatra.

Veja a relação dos 10 remédios que deve evitar:

1. Vamos começar pela data de validade

Certifique-se que o remédio está dentro do prazo. Um medicamento com prazo vencido torna-se inócuo ou extremamente perigoso para o paciente.

2. Medicamento prescrito para outra criança

As crianças são diferentes umas das outras e seus organismos pode reagir de maneira diversa a um mesmo remédio receitado para a mesma doença.

Evite correr riscos. Só o pediatra deve receitar um medicamento e definir a dosagem segura para a sua criança.

3. Antigripais e descongestionantes

Podem causar desde aumento dos batimentos cardíacos até convulsões, além de insônia e desarranjos intestinais. Como sempre, somente o médico poderá saber qual o tratamento correto e a dosagem segura.

Você não dependerá do médico para adotar procedimentos que trarão alívio para o desconforto causado por resfriados e gripes. Comece dando bastante líquido ao longo do dia, coloque um vaporizador no quarto e eleve o colchão para trazer mais conforto para seu filho.

4. Aspirina, Melhoral, AAS, Buferin

Analgésicos e antitérmicos que contenham em sua fórmula ácido acetilsalicílico, mesmo na versão infantil, não são recomendados, a menos que tenham sido receitados pelo médico.

Remédios com essa composição podem provocar uma doença rara chamada Síndrome de Reve, que afeta o fígado e o cérebro.

5. Não aumente a dosagem recomendada

O paracetamol, por exemplo, em doses elevadas, pode afetar seriamente o fígado. Siga rigorosamente as recomendações do pediatra.

Em caso de dúvida, confira a receita, leia a bula ou consulte o farmacêutico.

6. Comprimidos mastigáveis e pastilhas

A criança corre o risco de ter medicamentos desse tipo presos em sua garganta. Caso o médico prescreva pastilhas ou comprimidos mastigáveis, procure dissolvê-los em fruta amassada, na papinha ou em um suco.

7 – Remédios naturais, chás ou fórmulas caseiras

Muitos desses remédios alternativos passam loge do controle dos órgãos de vigilância.

Alguns levam em sua fórmula álcool ou substâncias que podem afetar o organismo da criança, provocando efeitos colaterais inesperados.

Nunca dê ao bebê esse tipo de medicamento, a menos que seja prescrito por um pediatra.

8 – Pomadas com cânfora

O perigo está na ingestão acidental dos remédios à base de cânfora (entre os mais comuns, o Vicky Vaporoub e o Caladryl), o que pode levar à morte.

Isto os torna especialmente perigosos para os bebês, pois costumam levar tudo à boca. Quando precisar aplicar esses produtos na criança, tenha muito cuidado e observe, para evitar a ingestão acidental.

9 – Medicamentos para diarreia

O importante é manter a criança hidratada e controlar a febre, se houver. Na maioria das vezes, a diarreia é um sintoma e não o problema.

Após consultar o médico, use somente o produto que ele indicar. Há medicamentos que, além de não melhorar o quadro de diarreia, podem piorar por terem elevada toxicidade.

10 – Medicamentos para adultos

Os efeitos de um medicamento para uso adulto em uma criança podem ser desastrosos. Se não houver na bula indicação para dosagem infantil, não dê. Mesmo que diminua a dose, continuará sendo de extremo perigo.

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