O que as grávidas precisam saber sobre o consumo de peixe

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O FDA (Food and Drug Administration), órgão de regulamentação para comidas e medicamentos dos EUA, divulgou estudo sobre os efeitos do consumo de peixes para mulheres grávidas, em fase de amamentação e para as crianças. O objetivo é auxiliar e evitar problemas e ajudar a tirar melhor proveito de peixes e frutos do mar.

O alerta de orientação de consumo tem também como objetivo manter peixes e frutos do mar na dieta de gestantes, crianças e lactantes. Mesmo as mulheres que pretendem engravidar devem inserir esse produto na dieta.

Os peixes são fontes de proteína e contêm um conjunto de nutrientes necessários para o desenvolvimento infantil.

O FDA também alerta que é preciso cautela para o consumo de peixes de pesca recreativa, por conta da possibilidade de contaminação por mercúrio nas regiões de onde ele é retirado.

Conheça a nova classificação

Pela nova regra, há três categorias de segurança de 62 tipos de peixes e frutos do mar. No total, foram 62 produtos divididos entre melhores escolhas, boas escolhas e evitáveis.

Melhores escolhas

Neste grupo estão o atum, tilápia, salmão, bagre, camarão e bacalhau. Três porções desses peixes podem ser consumidas por semana.

Boas escolhas

Atum branco e garoupa estão nesse grupo. O recomendável é o consumo de uma porção desses peixes uma vez por semana.

Evitáveis

São o tubarão, peixe-espada, peixe relógio, atum patudo e marlin. Esses peixes podem conter elevados níveis de mercúrio, que prejudica o sistema nervoso a longo prazo.

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