Para quando você for mãe: o julgamento virá em 5 maneiras

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A barriga ainda nem apareceu e as futuras mamães começam a ouvir todo tipo de julgamento ou sugestão que não foi solicitada. Quando ele nasce, a coisa muda. As pessoas simplesmente dizem o que pensam, sem pensar muito nos impactos daquelas palavras.

Essa é uma condição que as mães vivem, mesmo quando falam com outras mulheres que já experimentaram a maternidade.

Há quem simplesmente não respeite a outra mulher, sua condição e suas escolhas

Existem outras, mas essas são 5 coisas que toda mãe ouve:

1 – Você dá colo demais. Você dá colo de menos. É preciso impor um ritmo para o bebê dormir. É preciso alimentar dessa ou daquela maneira.

O que fazer: Mães, ouçam o pediatra e o coração. Não fiquem na dúvida. Se a pessoa falar demais, suspire, sorria e pergunte se vai nevar na parte oeste do deserto do Saara.

2 – O parto. Se foi normal, por quê? Se for uma cesariana, por quê? Por que você não esperou? Por que esperou demais? Por que não escolheu uma piscina de plástico mais funda?Por que o pai participou? Por que o pai não participou? O parto resulta de uma escolha pessoal após avaliação médica sobre a condição da mãe e do bebê. Cada caso é um caso. Ponto.

O que fazer: Diga que gostaria que o bebê nascesse em uma experiência cósmica, mas Plutão desalinhou com a Terra na sua segunda contração.

3 – Amamentar. Tira esse bebê do peito. Põe esse bebê no peito. Não durma com o bebê. Durma com o bebê. É livre demanda. É por horários fixos. Seu leite é fraco. Os primeiros dias da amamentação sempre são os mais difíceis.

Tente falar com um médico antes e procurar orientação em um banco de leite sobre como estimular os seios.

Sinta-se à vontade para colher experiências, mas saiba que mesmo sendo importante e o mais adequado para o bebê, há mães que não conseguem amamentar. Há outras cuja integração com o bebê é tamanha, que o desmame ocorre após os dois anos.

Você não está sozinha

O que fazer: se alguma coisa que ouvir for incoerente, diga que vai tentou alimentar o bebê com leite vegano extraído do bambu, mas ele rejeitou e, por isso, você faz dessa maneira.

4 – Comparações. É fato que as pessoas competem. Algumas podem dizer que, naquela fase, seu bebê já fazia isso ou aquilo. Essa pode ser uma situação cruel porque bebês são diferentes, mesmo os irmãos gêmeos idênticos.

O que fazer: quando alguém perguntar porque seu bebê não fala ou não anda em determinada idade enquanto compara com outro pequeno, responda somente que isso acontece porque ele fica ali, ocupado em ser criança mesmo.

5 – “Eu disse”. Isso será muito repetido porque, em geral, quem não tem filhos termina por fazer planos que nem sempre se concretizam.

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Isso ocorre em todas as situações porque a vida é dinâmica e nem sempre se adapta aos planos.

O que fazer: na hipótese de alguém observar uma situação com seu filho e repetir “eu disse”, concorde com ela.

Agradeça a afirmação e diga que ela já pode abrir uma banca de previsões e ganhar dinheiro dizendo para as pessoas que os filhos dela vão gritar no supermercado.

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