Menina de 3 anos morre em acidente por não usar a cadeirinha

A segurança deve estar sempre em primeiro lugar!

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Um casal de empresários da cidade de Barreiras, na Bahia, decidiu criar um cartaz para alertar todos os moradores sobre a importância da utilização da cadeirinha para crianças pequenas que andam no banco traseiro dos carros.

Logo após completar 3 anos, Emilly, filha do casal Sandra e Rembrandt, estava com os pais no carro e se recusou a sentar na cadeirinha. Os pais, com pena da criança, aceitaram que ela se sentasse no veículo sem a devida proteção.

O veículo que levava o casal, a filha, e os tios da menina, capotou na BR 242, próximo à cidade de Ibotirama (BA). Emilly foi a única vítima fatal, por não estar devidamente protegida. A família voltava de um fim de semana de folga, visitando os avós da menina.

Em vigor desde 2010, a Lei da Cadeirinha ajudou a proteger milhares de crianças em acidentes de trânsitos, em todo o país.

A legislação obriga a utilização do bebê-conforto, poltronas de elevação (as cadeirinhas) e assentos de elevação para o transporte de crianças de diferentes idades dentro dos veículos.

Crianças de até 1 ano devem ser transportadas no bebê-conforto ou em poltronas reversíveis, viradas para o vidro de trás do carro. De 1 a 4 anos, é exigida a poltrona reversível no banco de trás, virada para a frente do veículo. Crianças de 4 a 7 anos e meio precisam usar um assento de elevação, também conhecido como booster, junto com o cinto de segurança.

Mesmo tendo conhecimento sobre as leis, os pais de Emilly atenderam o desejo da menina e permitiram que ela não utilizasse a proteção necessária. A família ergueu um outdoor na cidade de Barreiras para alertar todos os moradores, no qual é possível ler a frase “Ela não queria. Eu aceitei. Nós a perdemos”.

A família criou o outdoor para conscientizar outras famílias

Hoje a família mantém uma página em rede social no qual divulgam ações feitas em homenagem à filha. Entre essas atividades estão a colocação de painéis publicitários sobre a conscientização do uso da cadeirinha.

Segundo a mãe de Emilly, “realmente é preciso fazer a coisa certa. Nos rendemos à birra dela de não querer utilizar a cadeirinha e vejam o que aconteceu”, lamenta.

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