Os perigos da rubéola durante a gestação

Essa doença que não causa grande transtorno para os adultos é um verdadeiro perigo para fetos e gestantes. Quer saber como se precaver? Preste atenção nessa matéria!

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A rubéola é um vírus que se espalha muito facilmente pelo contágio. Entre adultos, a doença pode ser espalhada através da tosse e dos espirros.

No caso das gestantes, pode facilmente passar pelo útero, contaminando o feto em desenvolvimento.

Rubéola: uma doença perigosa durante a gravidez

Embora no caso de adultos a rubéola não seja caso para alarme, o mesmo não pode ser dito em relação a fetos e gestantes. Durante o primeiro trimestre da gravidez, então, a situação é particularmente perigosa.

Essa é uma condição que vai aumentar a chance de aborto espontâneo, mas que também pode pôr em risco a formação do bebê. A consequência mais comum é conhecida por síndrome da rubéola congênita. A criança pode vir a desenvolver deficiências auditivas, visuais e malformações internas.

Exame para detectar imunidade e vacinação

Felizmente, existe uma vacina que pode prevenir essa situação. Mas, antes de avançar para esse passo, tem um exame capaz de determinar se a mãe está ou não imune a essa doença e livre de perigo.

Quem nunca teve essa doença, não tomou vacina quando pequeno nem antes de engravidar, não vai poder tomar durante a gestação. Porém, em caso de necessidade, a vacina pode ser administrada após o parto, e não entra em conflito com o aleitamento materno.

O melhor mesmo é ter muito cuidado, e manter alguma distânciao de pessoas que possam estar com rubéola. O bebê pode ser afetado se a mãe contrair essa doença durante a gravidez. O risco é maior durante os primeiros três meses de gestação.

Pré-natal é importante para excluir a hipótese da doença

Quando uma gestante faz os exames de sangue do pré-natal, a sorologia para rubéola compõe esse leque. Desse jeito, o clínico é capaz de determinar se a mãe está ou não imune à doença ou se vai necessitar de cuidados preventivos especiais.

Esse exame comprova a existência de uma infecção recente ou mais antiga, já que nem todas as mães notaram que tiveram rubéola? Pode parecer um pouco estranho, mas a verdade é que nem todas as doentes revelam sintomas evidentes. Muitas das vezes, os sinais dessa condição acabam se confundindo com o de outros problemas, como uma gripe.

Para se manter em alerta, preste atenção aos seguintes sinais:

Os sintomas mais comuns em caso de rubéola

  • Febre moderada;
  • Sintomas equivalentes aos de um resfriado: nariz pingando, tosse e dor de garganta;
  • Exaustão;
  • Juntas doloridas;
  • Conjuntivite ou irritação nos olhos;
  • Inchaço dos gânglios linfáticos.

A par desses sintomas, também é comum que surjam erupções avermelhadas na face, que podem se expandir pelo resto do corpo. Alguns pacientes também registram coceira. Todos esses sintomas se prolongam por, mais ou menos, cinco dias.

É importante diagnosticar

Em caso de rubéola, não tem nada que possa ser feito para garantir a segurança do bebê. Mas isso não quer dizer que você deva dar o caso por encerrado! É importante determinar se o feto também foi afetado, para determinar o melhor plano para lidar com a situação.

Não tem mãe nem pai que recebam más notícias em relação à saúde de seus filhos e ficam felizes. Mas é melhor saber, porque assim tanto a família como a equipe médica poderão se precaver da melhor maneira. Quanto mais cedo der início aos tratamentos, maiores serão as probabilidades de melhorar a vida da criança no futuro.

Consulte esse vídeo para mais informação.

Compartilhe! Esse tipo de informação nunca é demais, especialmente no caso de quem está planejando ter filhos.