O Que é a Trombose Placentária?

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Todo mundo sabe que se durante a gravidez ocorrer alguma coisa com a gestante, o bebê também sofrerá e vice versa, por isso, todo cuidado é pouco, para a futura mãe não contrair doenças perigosas como a trombose placentária.

Ao engravidar, a mulher sabe que ela terá nove meses pela frente até que seu bebê nasça.

Muita gente diz que gravidez não é doença, na verdade não é, porém, nesse período são essenciais muitos cuidados para que o bebê e sua mãe não corram risco de vida.

As gestantes precisam procurar um médico bem no início da gravidez para realizar os exames pré-natal, pois, é através deles que elas saberão como está ocorrendo o desenvolvimento dos bebês e se elas também estão bem.

O que é trombose placentária?

A trombose placentária ocorre quando um coágulo aparece em uma das artérias ou veias da placenta.

Esse coágulo dificulta a circulação e impede que os nutrientes e oxigênio cheguem da forma certa ao feto.

Na maioria dos casos, a trombose placentária não tem sintomas, no entanto, a diminuição ou interrupção por completo dos movimentos do bebê dentro da barriga pode ser um dos sinais, já que o feto não está recebendo corretamente todos os nutrientes que necessita para se desenvolver com saúde.

Se a grávida perceber que seu pequeno não está se movimentando corretamente dentro da sua barriga, ela deve procurar imediatamente seu obstetra.

Em muitos casos, o médico opta por realizar o parto cesariano de emergência.

A trombose na placenta é um problema raro e muito grave que pode matar o feto.

Normalmente essa enfermidade acontece quando a mãe já tem outros problemas de saúde que tornam a circulação difícil, como trombofilia, que é uma propensão maior a contrair eventos trombóticos venosos.

Para explicar melhor, a trombofilia é uma tendência à criação de sangue grosso, que auxilia no entupimento das veias.

Como prevenir a trombose placentária?

Para prevenir a trombose placentária o indicado é realizar exames que identifiquem problemas de circulação como a trobofilia, que pode ser uma doença hereditária ou adquirida.

Se o médico comprovar a facilidade de contrair a trombose placentária, a gestante deve tomar diversos cuidados, como usar meias elásticas, fazer atividade física leve, três vezes na semana e controle clínico e obstétrico regular.

De acordo com os resultados dos exames e o histórico pessoal e familiar da grávida, poderá ser necessário o consumo de heparina ou ácido acetilsalicílico.

Portanto, as grávidas devem ter muito cuidado com a trombose placentária, porque o coágulo impede que todos os nutrientes e substâncias benéficas ao crescimento do feto sejam passadas corretamente, o que causa quase sempre a morte do bebê.