Vacina contra o HPV na gravidez não causa problemas ao feto

Estudo dinamarquês afirma que imunização não é perigosa

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Um estudo dinamarquês aponta que a vacina contra o HPV (Papiloma Vírus Humano) não é perigosa se for aplicada de maneira inadvertida na gravidez precoce.

A pesquisa apurou 1.665 mulheres que tomaram a vacina durante a gravidez.

Em nenhum caso foi relatado aumento de defeito congênito nos filhos na comparação com outras 6.660 mulheres vacinadas antes da gravidez.

Também não foi analisado o risco de aborto espontâneo, baixo peso ao nascer ou parto prematuro.

A segurança da vacina para grávidas ainda era uma dúvida entre os pesquisadores

Essa, contudo, não é uma boa notícia como um todo porque avalia apenas um dos tipos da vacina.

No geral, a vacina contra o HPV continua sendo recomendada para mulheres dos 9 aos 26 anos e não deve ser administrada na gravidez.

Existem pelo menos 200 tipos de HPV, mas somente houve o sequenciamento do DNA de 150 deles. Essa doença é de transmissão sexual e pode ter período de incubação de até 20 anos.

Entre os muitos efeitos da doença, o mais grave deles é o câncer de colo de útero. Por isso, a vacina é administrada na idade reprodutiva.

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