Saiba tudo sobre o consumo de pimenta na gravidez e amamentação

A pimenta é um dos temperos mais usados em várias culturas, veja como usar sem fazer mal

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A alimentação é uma das principais dúvidas que cercam a cabeça das grávidas. Entre conselhos, lendas e o senso comum, muito pouco corresponde à verdade e alguns alimentos são banidos sem necessidade.

Esse é o caso da pimenta, tão presente em muitos pratos e tão condenada quando se trata de gravidez e amamentação.

Consumir pimenta durante a gravidez representa um risco para o bebê?

Não. A pimenta não causa problemas ao feto, não induz à má-formação e também não causa aborto.

A pimenta pode ser consumida durante a gravidez?

Para quem já se habituou ao sabor intenso da pimenta sim, mas fazer experimentações durante a gravidez pode ser desagradável.

A pimenta tem a capacidade de alterar o pH do estômago e isso pode ser incômodo, considerando que durante a gravidez os episódios de refluxo e azia são frequentes.

Entre os efeitos da pimenta está a redução da atividade intestinal. Isso quer dizer que o intestino fica mais lento e pode haver mal estar.

Com a gravidez, aumenta a possibilidade de hemorroidas, as dores podem piorar com o consumo excessivo de pimenta

A pimenta pode causar cólicas ao recém-nascido?

Sim. Bebês cujas mães já estão habituadas a ingerir pimenta tendem a sentir menos os efeitos do tempero.

Além da pimenta, há outros alimentos causadores de cólicas, como chocolate, refrigerantes, café, chás preto e verde, frutas cítricas, feijão, lentilha, soja, milho e nozes.

Uma boa forma de saber se é possível continuar com o hábito de consumir a pimenta é consultar um nutricionista tanto durante a gravidez, como no período da amamentação.

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